Mas também não é nada
É por se achar tudo
Que hoje tudo pode virar nada
O homem se acha superior
Apenas por ter raciocínio
Mas é toda essa capacidade
Que causou esse latrocínio
Não somos a teia
Sim, somente a linha
Por se achar teia
É que o “tudo” definha
Essa busca pela opulência
É o limiar da destruição
Em seu cosmo egoísta
O homem devasta a amplidão.
A natura está morrendo
E o homem junto por consequência
Tudo isso pela ignorância
E a busca incessante da opulência
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